terça-feira, 7 de outubro de 2014


[um contemporâneo. Vejo “formas de amizade restringidas, não segregativas. A singularidade se conserva na generosidade extensa. Não é pacto, não é contrato, não é adulação. Os amigos não são sócios nem contraem obrigações. Transitam sua amizade no ex-sistir e no pensar em comum que os converte. Pode haver distância com o amigo, isso não faz impossível a amizade e, se há proximidade, não se deve perturbar o pensar”.

Um uso diferente:
A arrogância tem vários nomes, um deles é o desejo de contar com um passaporte diplomático. Na prática clínica encontra-se um uso diferente, produzir no sujeito a ignorância, a experiência de seu não querer saber nada sobre isso, molestar a defesa, ir contra o sentido gozado, iluminar a opacidade desse gozo.]

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